quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Para Quem é Fã de God of War

Em meio aos recentes rumores a respeito de God of War IV, o compositor Timothy Williams confirmou  a participação na trilha sonora do jogo. Apesar da afirmativa, a Sony preferiu manter o silêncio e alegou que não comenta sobre especulações. Parece um pouco tarde para tentar esconder o desenvolvimento de um novo título da franquia, já que as evidências, como contratações pelo estúdio de Santa Mônica, são aparentes. 

Segundo boatos da revista britânica PSM 3, o jogo deverá trazer multiplayer online cooperativo, colocando os jogadores no papel de Kratos em parceria com seu irmão Deimos, apresentado em God of War: Ghost of Sparta, tentando fugir do mundo dos mortos.
Rise of the Argonauts e o futuro lançamento de DotA fazem parte do currículo de Williams nesta área. Ele trabalha ocasionalmente em títulos de videogame para diversas companhias. Além disso, o compositor tem o seu trabalho presente em Hollywood nos filmes Sucker PunchConan, O Bárbaro. Embora participe da produção do game, Williams fez questão de ressaltar que o compositor principal é Tyler Bytes.

Campanha Contra a Pirataria


Ford Mostra Pela 1ª vez Modelo Global da EcoSport




Primeira Etapa do Desenvolvivento.



Sengunda Etapa do Desenvolvivento.



Tereceira Etapa do Desenvolvimento.



A Ford apresentou pela primeira vez nesta quarta-feira uma versão do modelo global do EcoSport, em evento na Índia. Desenvolvido no Brasil, o carro agora deve ampliar a presença da marca principalmente em mercados emergentes. De acordo com a companhia, o modelo vendeu cerca de 700 mil unidades em nove anos.
O EcoSport global foi desenvolvido no pólo de Camaçari, na Bahia, e será produzido na Índia, além do Brasil, e em outros mercados futuramente. "O novo EcoSport mostra para o mundo a competência do design e da engenharia da Ford na América do Sul", disse em comunicado Marcos de Oliveira, presidente da Ford Brasil e Mercosul.
"No modelo de nova geração, aprimoramos a proposta do EcoSport para atender cerca de 100 mercados globais, além da América Latina. Ele é um símbolo do avanço e da excelência da região como centro de design e desenvolvimento de produtos de classe mundial", completou.
O novo modelo é influenciado pela linguagem de design global da Ford de linhas fluidas, fugindo do padrão quadrado característico do disponível no mercado brasileiro atualmente. O veículo apresentado em Nova Delhi, durante o salão do automóvel local, é uma apresentação que antecede o início de produção global.
No mercado indiano, o modelo será equipado com um motor de 1.0 l, com compressão turbo e injeção direta, que renderá 120 cavalos de potência, segundo a montadora. A empresa não informou qual será a motorização no Brasil - outras especificações técnicas também serão anunciadas futuramente.
O EcoSport global foi desenvolvido com a nova plataforma do segmento B da Ford, que servirá de base para uma série de veículos compactos nos próximos anos. A empresa espera que essa nova família de veículos venda 2 milhões de unidades até meados da década.






terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Mais Uma Lenda

A LOIRA DO BANHEIRO


Uma garota muito bonita de cabelos loiros com aproximadamente 15 anos sempre planejava maneiras de matar aula. Uma delas era ficar ao banheiro da escola esperando o tempo passar. Porém um dia, um acidente terrível aconteceu. A loira escorregou no piso molhado do banheiro e bateu sua cabeça no chão. Ficou em coma e pouco tempo depois veio a morrer. Mesmo sem a permissão dos pais, os médicos fizeram autópsia na menina para saber a causa de sua morte. A menina não se conformou com seu fim trágico e prematuro. Sua alma não quis descansar em paz e passou a assombrar os banheiros das escolas. Muitos alunos juram ter visto a famosa loira do banheiro, pálida e com algodão no nariz para evitar que o sangue escorra. Versão 2 Há muito tempo atrás havia uma loira que tinha sido enforcada na sua escola. Depois de um ano na mesma escola, jovens eram mortas no banheiro, e as vítimas que viram, disseram que havia uma loira no banheiro, e a mesma é que estava matando as jovens. A loira, volta com sua filha para assombrar os banheiros, e para ela deixar a sua marca, a água ficará vermelha de sangue.Mulher loura, alta e alva, que vestida de branco, e com algodão em sua boca, nariz e ouvidos, assombra as crianças que cabulam aulas, e também a transeuntes em praças, jardins e parques. Não faz mal a ninguém.

Uma Receita pra Refrescar


CAFÉ GELADO OU COFFE COLD

20 Minutos
04 Porções

ingredientes

CAFÉ GELADO OU COFFEE COLD

  • PRIMEIRO FAÇA UM PREPARO DE CAPPUCCINO POIS SERÁ A NOSSA BASE.

CAPPUCCINO

  • 400 GR DE LEITE EM PÓ INTEGRAL ( AQUELE DA LATINHA) LEITE NINHO OU OUTRO
  • 100 GR DE CAFÉ SOLÚVEL EXTRA FORTE ( AQUELE VIDRO) NESCAFÉ OU OUTRO
  • 4 COLHERES BEM CHEIAS DE CHOCOLATE EM PÓ
  • 2 COLHERES DE CANELA EM PÓ

modo de preparo

MODO DE PREPARO= MISTURAR MUITO BEM TODOS OS INGREDIENTES E DEIXAR SEMPRE BEM CONSERVADOS NA GELADEIRA.
FEITO ISTO, VAI UMA DICA, PODE-SE FAZER UM MARAVILHOSO CAFÉ EXPRESSO COM ÁGUA FERVENTE DISSOLVENDO 2 COLHERES DE SOBREMESA NUMA XÍCARA DE CAFÉ OU/E NUMA BELA XÍCARA DE CHÁ SERVIR COM 2 COLHERES DE SOBREMESA DISSOLVENDO LEITE QUENTE E CLARO TANTO NO CAFÉ QUANTO NO CAPPUCCINO AO LEITE UM BELO CHANTILLY SALPICADO COM CHOCOLATE EM PÓ OU CANELA OU MESMO CALDA DE CHOCOLATE DESTES QUE COMPRAMOS NO MERCADO.
EU SERVIA TAMBÉM ANA UMA XÍCARA DE CAFÉ COM ESTE PROCEDIMENTO DE CAFÉ EPRESSO MAS SEMPRE NO FUNDO DA XÍCARA EU COLOCAVA UMA GOMA DE MASCAR POIS EU TINHA QUE SEMPRE FAZER ALGO DIFERENTE E OS CLIENTES SEMPRE ESTAVAM Á ESPERA DE UM "CAFÉ DIFERENTE" E ISSO POR QUE EU TRABALHA DE AUXILIAR DE CABELEREIRO EM UM CENTRO DE ESTÉTICA NA CIDADE AO LADO...ELES ADORAVAMA EXPERIÊNCIA DE APRECIAR ALGO NOVO E EU TAMBÉM MODÉSTIA PARTE AMAVA...AMO COZINHAR...
BOM MAS O PAPO ESTA ÓTIMO E AGORA QUE TOMAMOS UM CAFÉ VAMOS APRECIAR UM DRINK OK?
ENTÃO VAMOS LÁ...

COFFEE COLD

NO LIQUIDIFICADOR...
  • 2 CUBOS DE GELO
  • 2 COLHERES DE SOBREMESA DO PÓ DE CAPPUCCINO
  • 2 COLHERES DE AÇUCAR
  • MEIO COPO DE LEITE
  • MEIO COPO DE LICOR DE CACAU( O MAIS SIMPLES QUE ACHAR) BATER ATÉ DISSOLVER O GELO E EM UMA TAÇA DE CHAMPANHE OU QUE TENHA UMA BELA APARÊNCIA, DECORE EM INTERIOR DA TAÇA COM CALDA DE CHOCOLATE OU CARAMELO OU ATÉ MESMO E ATÉ TESTEI COM CALDA DE MENTA, E DESPEJE O CAFÉ ATÉ O MEIO DA TAÇA E DECORE COM UMA PEQUENA BOLA DE CHANTILLY( DICA= SÓ NO CANTO DA TAÇA), E SALPIQUE CHOCOLATE...
ANA FICA ESTONTEANTE NO BOM SENTIDO É CLARO...É UM DICA DE CAFÉ QUE EU MESMO CRIEI PARA DAR UM NOVO AR AS BEBIDAS PÓS REFEIÇÃO...
ACHO QUE VOCÊ VAI AMAR POR QUE EU FAÇO UM SUCESSO AQUI...
BEIJINHOS E É UMA ÓTIMA IDÉIA PARA ESQUENTAR NOSSO FRIO...
TAMBÉM PODEMOS COLOCAR NO CAPPUCCINO TRADICIONAL ANA AQUELE PROCEDIMENTO FEITO ACIMA NA XÍCARA DE CHÁ, EM CIMA DA BOLA DE CHANTILLY CONFETIS, CALDA DE MENTA, GENGIBRE RALADO, E ESTOU TESTANDO MAIS...E TE MANDO....

Poema Para os Dias que se vão Seguir Nesse Ano


Os sonhos são as melhores partes da realidade
então… acredite neles!
Que você possa realizar todos os seus sonhos
no ano que está por vir!

Que neste novo Ano que se inicia você possa encontrar:
AMOR, PAZ, SAÚDE, FELICIDADE, LUZ,
SUCESSO E PROSPERIDADE!
Com muito carinho e esperança no coração.

Que o amor, a paz e a felicidade façam parte
da vidas de todos neste novo ano que
está se iniciando.



E se esse for realmente o último ano para o mundo, aproveitemos ao máximo esse ano, desejo-lhes:


Um Feliz 

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Novo Lancer SportBack







Diminutivos, em certos casos, podem soar ofensivos. Não é o que acontece quando a referência em questão é o Mitsubishi Lancer Evolution X, um mito entre fãs de esportivos. Por isso, chamar o Lancer Sportback Ralliart das fotos de “Mini Evo X” não chega perto de desqualificá-lo. Pelo contrário: lembra que você pode ter nas mãos o mesmo DNA do sedã tetracampeão do WRC (Mundial de Rali) em uma embalagem mais “econômica”.
Sim, “econômica”, entre aspas mesmo, já que não dá para chamar um carro de R$ 149.990 de barato. Mas não saia por aí dizendo que ele é caro antes de saber o que traz este Sportback – chamá-lo de hatch é arrumar briga com os designers da Mitsubishi, pode acreditar. A carroceria de quatro portas e porta-malas de 450 litros vem recheada com motor 2.0 turbo de 250 cv de potência a 6.000 rpm e 35 kgfm de torque entre 2.500 rpm e 4.275 rpm, câmbio de dupla embreagem, tração integral e diferencial central ativo com escorregamento limitado na frente e atrás. É um pacote capaz de levar o hatch (opa, Sportback!) de 0 a 100 km/h em 7,1 segundos e a 220 km/h de velocidade máxima.
“Legal, mas ele tem a pegada do Evo X?”, deve estar perguntando você. Sim, mas com algumas ressalvas. É preciso lembrar que o Evo tem 295 cv e 37,3 kgfm (o motor é o mesmo do Sportback, mas a turbina do sedã é maior), ou seja, a tocada na cidade é parecida, já que o torque é apenas 6,6% superior, mas o Evolution grita bem mais alto com seus 18% de potência extra na hora de esticar as marchas. 
Ah, um dado que talvez acabe com as comparações entre os dois na sua cabeça: o Sportback Ralliart é R$ 60.000 mais barato que o Evolution X. Com uma economia de mais R$ 3.630, você pode comprar um Fiat Punto T-Jet para usar no rodízio. Chique, não?
A “arte do rali”
Quem construiu o Sportback tem história para contar. A preparação esportiva do modelo ficou a cargo da Ralliart, divisão da Mitsubishi responsável pelo desenvolvimento de componentes e veículos de alta performance que ostenta nada menos que quatro títulos no WRC e 12 no Rally Dakar.
É deles o acerto do câmbio de dupla embreagem, que traz borboletas no volante e dois modos de condução (Normal e Sport). Rápido como todo bom dual clutch, o do Sportback tem um modo a menos que o do Evo (ele não traz a opção Super Sport), mas não decepciona.
É inteligente trabalhando na cidade e estica as marchas com gosto quando exigido em condução esportiva. E quer saber uma coisa? Fora de um autódromo, o modo Super Sport não faz falta. Ele estica todas as marchas até o fim mesmo que você não esteja com o pé no fundo do acelerador e faz reduções tão ousadas quanto as de um piloto de corridas. Convenhamos: não é necessário em uma estrada.
Já a tração AWD (all-whell drive, ou tração em todas as rodas) do Sportback conta com os mesmos recursos do Evolution X. São três modos de operação: Tarmac (para superfícies secas e com boa aderência), Gravel (para condução em pisos como cascalho ou sob chuva) e Snow (para neve ou lama).
Os candidatos a Tommi Mäkinen (tetracampeão com o Evo X no WRC) ainda tem à disposição o sistema de diferencial central ativo, que administra a diferença entre o torque das rodas dianteiras e traseiras, controles de tração e estabilidade e sete airbags (dois frontais, dois laterais, dois do tipo cortina e um para o joelho).
Com tudo isso a bordo, você poderá fazer curvas de serra sem medo de ser feliz ou visitar o guard-rail – desde que mantenha uma velocidade prudente, obviamente.
No trecho de serra próximo à cidade de Sousas (SP) em que o iG Carros avaliou o Sportback, o Lancer provou que é um esportivo de estirpe refinada, acelerando e freando com competência impressionante. O acerto direto e preciso da direção e a suspensão, que passa longe de ser uma “tábua”, também deixaram ótima impressão.
Seus R$ 149.990 ainda compram sistema multimídia com tela de 7 polegadas, GPS, Bluetooth, USB, câmera de ré e entrada auxiliar para iPod, faróis bi-xenônio, controlador de velocidade de cruzeiro (piloto automático), bancos de couro com aquecimento, ar-condicionado automático, faróis com sensores de luminosidade e limpadores de para-brisa com acionamento automático. O teto solar é opcional.
O único senão do Lancer Sportback Ralliart é o acabamento, inferior ao que se espera de um carro deste valor. A ressalva, aliás, também foi feita na avaliação do Lancer GT.
Para órfãos do Civic Si
Como (infelizmente) se sabe, a nova geração do Civic não terá versão Si no Brasil. De acordo com a Honda, como o esportivo ganhou motor 2.4, o valor do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) elevaria o preço a um valor pouco competitivo no Brasil. Uma pena, já que o Si anterior é o melhor esportivo fabricado em território nacional.
O Sportback pode ser uma alternativa aos órfãos do modelo, que tinha preços acima de R$ 100.000 e ainda tem unidades à venda por menos de R$ 90.000. Apesar do câmbio automatizado (o Si é manual), o Lancer é bem superior ao Honda tanto em números de desempenho como em sensações ao volante – e não poderia ser diferente, dada a diferença de concepção e valores entre ambos.
No mercado brasileiro, o Sportback ainda briga com o Audi A3 (R$ 121.000; 200 cv), o MINI Cooper S (R$ 128.750; 184 cv) e o Subaru Impreza WRX (R$ 270 cv; R$ 130.000). Está aí uma "dorzinha" de cabeça que não faz mal a ninguém.


Novo Civic 2012









Imagine se a Apple colocasse um teclado físico no futuro iPhone 5. Certamente haveria quem gostasse da solução, mas seria como voltar atrás num dos diferenciais do smartphone mais famoso do mundo.
Guardadas as proporções, é essa a sensação ao andar no novoCivic 2012. Para torná-lo mais prático, econômico e equipado, aHonda prejudicou o design do carro, que virou ícone na geração anterior.
O sedã melhorou em vários sentidos, é verdade, mas o preço foi ter um carro sem charme e que abandonou alguns diferenciais que o consagraram. No modelo lançado em 2006, por exemplo, cada peça e detalhe foi projetado para agradar. Seja pelos consoles caprichados, pelo freio de mão portátil, maçanetas e manopla do câmbio de desenho exclusivo e até no pedal do acelerador articulado na base (coisa só vista em modelos alemães), o Civic enchia os olhos.
Claro, o maior argumento da geração anterior era o visual esportivo que nem lembrava um sedã convencional, com seu para-brisa inclinado e traseira larga e curvada para dentro. O interior, então, surpreendeu pela solução dos paineis em escada, com um conta-giros analógico embaixo e o velocímetro digital em cima, na altura dos olhos. E o que dizer do volante, de diâmetro menor e superfícies perfuradas? E dos paddle-shifts, aquelas borboletas de acionamento do câmbio trazidas da F1?
O modelo também parecia maior do que é graças aos para-choques pronunciados. Havia recebido um motor 1.8 melhorado, câmbio automático de cinco velocidades e acerto de suspensão firme. Não é preciso muito esforço para lembrar que o carro causou filas de espera de meses e chegou a vender cerca de 7 mil unidades por mês, número só atingido por compactos baratos.
Mas o Civic da 8ª geração não era perfeito. Tinha volante pesado, porta-malas de carro pequeno (340 litros) e poucos equipamentos – nem computador de bordo oferecia nas versões de entrada. Virou flex em 2008 e passou a gastar muito combustível. Ganhou conteúdo com o passar do tempo, porém, continuou devendo alguns itens vistos nos rivais.
Dilema
Nesse meio tempo, a concorrência se armou e buscou se aproximar do sedã da Honda. No entanto, a Toyota, sua maior rival, preferiu manter o Corolla um carro com características mais pacatas e que privilegia o conforto. Mas equipou o sedã como nunca havia feito além de lançar diversas versões para todos os tipos de bolso.
Restou à Honda optar por tentar surpreender novamente, como fez em 2006, ou partir para uma receita conhecida e corrigir as fraquezas do anterior. A marca escolheu a segunda.
Mantendo praticamente as mesmas dimensões externas, o Civic perdeu três centímetros de distância entre-eixos, segundo a marca, para deixá-lo mais ágil nas curvas. Toda a parte frontal do carro foi redesenhada para ficar mais compacta e permitir que o painel avançasse para compensar essa perda de espaço. Segundo as medições do iG Carros, não só o cockpit manteve algumas dimensões do anterior como ficou mais largo no banco da frente.
Outro compartimento que se beneficiou desse redesenho foi o porta-malas. Mais profundo, ele comporta agora 449 litros, mas parte desse ganho veio da substituição do estepe por um pneu de emergência, mais estreito e que dispensou as peças de isopor que nivelam o bagageiro.
Apesar disso, os pesos das versões ficaram praticamente idênticos aos da geração anterior. Em compensação, a Honda buscou melhorar a eficiência do motor e do câmbio. Eles continuam com a mesma configuração (1.8 16V i-VTEC e transmissões de cinco velocidades e opção sequencial nas versões automáticas LXL e EXS), mas melhoraram o consumo.
O motor, por exemplo, continua gerando 140 cv com etanol, mas ganhou 1 cv com gasolina, além de um torque máximo numa rotação um pouco mais baixa. Segundo a Honda, ele consome cerca de 2% menos que o anterior, mas dados não foram divulgados, como é praxe na montadora japonesa. Já o câmbio automático teve as relações encurtadas na 1ª e na 2ª marcha para aproveitar a curva mais alta do torque.
Conteúdo maior
Escaldada com as críticas recebidas pela ausência de equipamentos, a Honda carregou o novo Civic de apetrechos tecnológicos. Se no antigo vivíamos resumidos a apenas dois medidores de distância “A” e “B”, agora o carro traz um computador de bordo cheio de informações e configurações. Para isso, a marca esticou a cobertura do velocímetro até o centro e acomodou a telinha de 5 polegadas ali. Dá para acompanhar as músicas do sistema de som, ver o consumo médio – o instantâneo tomou lugar do medidor de temperatura do radiador -, e receber as indicações de direção do GPS, equipamento exclusivo da versão EXS.
Aliás, a tela do GPS tem 6,5 polegadas e é touch-screen, mas, ao contrário do Freemont e do Jetta, quase não concentra outras funções. O ar-condicionado, por exemplo, tem seu próprio espaço abaixo dela. Outra função nova, de série em todos os modelos, é a câmera de estacionamento, que dispensa o uso de sensores de som. A imagem pode ser vista na tela menor no LXS e LXL e no GPS no EXS.
Algumas comodidades ausentes foram adotadas, caso do fechamento automático dos vidros e um botão que abre o porta-malas na chave. Todos os vidros são “um toque” agora, seguindo o exemplo da Toyota. A Honda padronizou o volante com comandos satélites que controlam o i-MID, sistema de entretenimento e personalização do carro e também o piloto automático. Na versão EXS, há também o Bluetooth num suporte abaixo da direção.
A versão top tem ainda airbags laterais, controle de estabilidade aprimorado e teto solar, um recurso até então inexistente na linha.
Mais agradável de dirigir
Nos poucos quilômetros de test-drive que iG Carros participou foi possível notar que o novo Civic está mais confortável de guiar. O isolamento acústico ficou bem superior ao anterior, as respostas do motor são mais vigorosas em baixa rotação e outras características de destaque, como a suspensão independente, ficaram intactas. Graças ao novo desenho, a visibilidade na coluna dianteira melhorou – no antigo, há um enorme ponto cego ali.
Mas, se no Civic anterior houve encantamento natural, o novo modelo decepcionou na falta de inspiração do projeto. Talvez com receio de errar, a Honda acabou errando no seu desenho. No interior, por exemplo, os materiais pioraram. A superfície emborrachada das portas tem superfície ondulada e o topo do painel de instrumentos perdeu esse acabamento – são várias peças plásticas mal alinhadas.
O console central é outro ponto que regrediu.O freio de estacionamento deixou o formato em “S” e agora ocupa parte do porta-objetos. Há um enorme espaço vazio abaixo do painel e mesmo o diferencial do carro, os mostradores divididos, não tiveram nenhum trabalho estético, apenas parecem encaixados de forma artificial. E o que era vantagem, a organização das informações, agora espalhou-se por vários paineis, confundindo o motorista.
Por fora, há uma certa crise de identidade. Olhando de frente, o novo Civic é pouco diferente do antigo. Os faróis são mais alongados e tiveram o conjunto alterado em relação ao americano, por exemplo. Também na traseira houve uma personalização no modelo nacional. É uma extensão reflexiva que acompanha as lanternas e invade a tampa do porta-malas. De certa maneira, uma confissão de estilo apagado do carro. Ao menos nas laterais, os vincos agradam, assim como os que percorrem o capô.
Tocada ecológica
Um dos diferenciais do novo Civic é o botão ECON, que trabalha com um perfil mais contido para evitar um consumo de combustível alto e com emissões elevadas. Ao acioná-lo, o motorista passa a sentir o sedã acelerar de maneira mais gradual e a moderar o uso do ar-condicionado. Além disso, a Honda instalou ao lado do velocímetro duas barras que simulam uma estrada e que, dependendo da cor, informam se o consumo está alto ou baixo – verde para economia, azul para um uso normal. A montadora também instalou pontos de fixação para cadeiras infantis que esperam homologação do governo, mas que mostram uma preocupação coerente com a segurança.
Em busca da liderança
Apesar das dificuldades que enfrentará, como a concorrência maior e mais preparada, a Honda almeja voltar à liderança. Os preços, embora ainda não anunciados, devem ficar parecidos com os atuais – o carro começa a ser vendido oficialmente na 2ª quinzena de janeiro.E a meta é vender 4 mil carros por mês, volume parecido com o principal concorrente, o Corolla. Pela imagem de qualidade da marca, esse objetivo não parece dos mais difíceis, mas que os donos do antigo Civic vão sentir falta dele, disso não há dúvida.