sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Ford Apresenta o Novo Carro de Polícia


No Salão de Chicago (EUA), que abre hoje (10) para o público, a Ford mostra seu novo carro de polícia, oPolice Interceptor. Baseado no novo Taurus, o veículo foi criado para substituir o Crown Victoria, cuja produção terminou ano passado. O novo modelo oferece duas opções de motores mais econômicos que os convencionais V8, de acordo com 
a montadora americana. 


O V6 3.5 é compatível ao E85 (que usa gasolina e 85% de etanol) e gera 266 cv. Já o V6 3.5 EcoBoost, com duplo turbo e injeção direta, tem 370 cv de potência e um torque de 48 kgfm. Ambos são equipados com transmissão automática de seis velocidades e tração nas quatro rodas. 
O carro foi projetado e testado para suportar as condições extremas de uso policial como arrancadas rápidas, alta velocidade final e impactos traseiros de até 120 km/h. Já entre os itens de segurança está a tecnologia Roll Ford para airbags de cortina. Por fim, as colunas dianteiras do Police Interceptor também foram redesenhadas, ampliando o espaço no painel para instalação de equipamentos policiais. 




quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Para o Lanhche Essa Delícia


Almôndega de Fubá

ingredientes

  • 4 ovos
  • 1 cebola grande bem picada
  • 100 g de bacon picadinho
  • 50 g de queijo parmesão ralado
  • salsinha, sal e páprica picante a gosto
  • 16 colheres (sopa) de fubá (350 g)

modo de preparo

1º - Numa tigela bata ligeiramente 4 ovos, 1 cebola grande bem picada, 100 g de bacon picadinho, 50 g de queijo parmesão ralado, salsinha picada, sal e páprica picante a gosto.
2º - Junte aos poucos 16 colheres (sopa) de fubá (350 g) e misture bem até formar uma massa nem muito seca e nem muito úmida (o suficiente para formar bolinhas). OBS: a quantidade de fubá pode variar dependendo do tamanho do ovo
Dica 1 ( Para servir como almôndegas cozidas)
3º - Faça bolinhas pequenas com auxílios das mãos e cozinhe as bolinhas num caldo aromatizado de carne por 30 minutos e sirva com molho de tomate (ou molho de sua preferência).
Dica 2 ( Para servir como aperitivo frito)
4º - Faça bolinhas pequenas, recheie com o recheio de sua preferência (carne seca, frango ou queijo) passe as bolinhas numa mistura de ovos e depois na farinha de rosca e frite em óleo quente (160 graus) por +/- 3 minutos ou até que doure. Sirva acompanhado de molho de pimenta.

Em 2013 a Peugeot Lançará o 208




A Peugeot se popularizou no mundo graças a seus carros compactos, que uniam a praticidade dos hatches com personalidade no design. O lançamento do 208 aposenta o 207 e coloca a marca de volta na briga pela liderança da categoria na Europa.


Além de competir pelo topo no Velho Continente, o novo modelo será vendido em vários mercados mundo afora, inclusive o Brasil. Por aqui, o 208 estará no segmento mais importante do mercado brasileiro, que representa 70% do volume total de vendas entre os veículos de passeio. Sua chegada está prevista para 2013, mas o 208 deve conviver em harmonia com o "nosso" 207, que será o modelo de entrada da gama no país. 





Os principais destaques do 208 são seu visual futurista, com linhas mais esportivas, que rompem com seus antecessores. A dianteira tem grandes faróis e uma grade em formato hexagonal. Na parte de trás, as lanternas têm formato de "C" invertido. 



Concebido para ser um modelo mais leve e mais eficiente que seu antecessor, o novo 208 conta com visual mais aerodinâmico, além de mais espaço interno. Comparado ao 207, seu peso é de 975 kg (o equivalente a 173 quilos a menos), com 3,96 metros de comprimento (7 centímetros menor), 1,49 m de altura (1 cm mais baixo) e 2,54 m de entre-eixos. O porta-malas tambpem é maior, com capacidade para 287 litros. 



Outra preocupação da marca francesa foram as emissões de CO2 no meio ambiente. De acordo com a Peugeot, o 208 emitirá 34 g/km de gases nocivos, um nível menor do que o registrado no 207. Tal marca se deve à tecnologia start&stop, que desliga o veículo em momentos de inatividade. 





No mercado europeu, o modelo vai introduzir uma nova gama de motores três cilindros a gasolina, que são o 1.0 l VTi e o 1.2 l VTi. Cinco opções a diesel também serão disponibilizadas. Por lá, as versões de três e cinco portas do 208 começam a ser vendidas na metade de 2012.

Novo Fiat Palio





A Fiat apresentou a segunda geração do Palio, que ficou maior, passou por face-lift, herdou traços de outros modelos da marca e mudou até de assinatura - a palavra "Palio" na traseira agora se escreve com um "P" estilizado.



O hatchback está mais moderno, como na dianteira, cujo friso cromado que carrega o emblema veio do compacto 500, e os faróis lembram os fo Punto. Na lateral, destaque para o friso que percorre toda a carroceria. Já na traseira, as lanternas foram alongadas e invadem a área do vidro.



O Palio cresceu nas três direções - comprimento, altura e largura -, o que permite maior espaço interno graças ao entre-eixos que foi aumentado em 5 cm. O espaço para as pernas dos ocupantes do banco traseiro ficou 10 cm maior. O porta-malas agora comporta 280 litros em vez 275 da geração anterior.







No interior, destaque para o painel com diferentes materiais e texturas, bancos, painéis das portas e quadro de instrumentos novos, além da personalização de cada versão. 



A nova geração do hatch será vendida em seis versões de acabamento, resultado da combinação de três motores, dois câmbios e três padrões de estilo: Attractive (console preto), Essence (detalhes em cinza) e Sporting (friso e mostradores em vermelho). 



A Attractive 1.0 (Flex, 75 cv), de entrada, já conta com computador de bordo, direção hidráulica, maçanetas, para-choques e retrovisores na cor da carroceria, desembaçador traseiro, abertura interna do porta-malas, tanque de combustível, entre outros. Já a Attractive com motor 1.4 (Flex 88 cv) acrescenta vidros e travas elétricos, apoio de cabeça traseiro, chave-canivete, faróis de neblina e volante com regulagem de altura.

A intermediária Essence, somente com propulsor 1.6 16V (E.Torq de 117 cv), vem de série com ar-condicionado, banco do motorista com regulagem de altura e luzes de leitura dianteiras. A Essence com câmbio Dualogic vem com piloto automático e, opcionalmente, trocas por meio de borboletas no volante. 





Já a Sporting, topo de linha, também com motor 1.6, vem equipada com saias esportivas, duas saídas de escape cromadas, rodas aro 16, spoiler traseiro e volante em couro. Assim como na Essence, a opção pela transmissão Dualogic também tem piloto automático e borboletas para trocas como opcional. 

Entre os itens que podem ser adquiridos opcionalmente estão freios ABS, airbag duplo, apoio para o braço no banco do motorista, espelho retrovisor interno eletrocrômico, kit de parafusos anti-furto para as rodas, MP3 com Bluetooth e entrada USB, retrovisores externos elétricos, sensor de chuva, sensor crepuscular, volante em couro com comandos do rádio e vidros elétricos traseiros.


Veja a tabela de preços do Novo Palio:
Palio Attractive 1.0: R$ 30.990
Palio Attractive 1.4: R$ 34.290
Palio Essence 1.6: R$ 37.990
Palio Essence 1.6 Dualogic: R$ 40.490
Palio Sporting 1.6: R$ 39.990
Palio Sporting Dualogic: R$ 42.490





É Lançado o Audi A1 Quattro


A Audi revelou o A1 Quattro, uma edição especial do compacto, limitada a 333 unidades, todas com volante do lado direito, e que serão vendidas a partir do segundo semestre de 2012.



A versão será apenas na cor branca metálica Glacier e se diferencia das outras versões pela dianteira agressiva, rodas de liga-leve exclusivas, acentos em preto brilhante, sistema duplo de escape, lanternas de LED e aerofólio traseiro.



No interior, além dos acentos em preto, a cabine conta com bancos com formato esportivo, pedais em aço escovado, volante com base achatada, manopla do câmbio de alumínio, painel de instrumento com novo grafismo, iluminação em LED, sistema de navegação e áudio Bose.



Debaixo do capô, o A1 Quattro tem um motor 2.0 turbo de quatro cilindros que entrega 252 cv de potência e 35 mkgf de torque, acoplado a uma transmissão manual de seis velocidades e tração integral. Segundo a marca alemã, o compacto acelera de 0 a 100 km/h em 5,7 segundos e alcança 245 km/h de velocidade máxima.


No conjunto mecânico, o A1 Quattro conta com suspensão MacPherson rebaixada na dianteira e multilink na traseira. O controle de estabilidade pode ser desligado pelo motorista e o diferencial é controlado eletronicamente.



Lançamento Mercedes - Bens SLK 55 AMG



A nova SLK 55 AMG da Mercedes será mostrada ao público brasileiro na edição 2012 da Top Night, evento anual da marca que acontece nesta quinta-feira e também vai mostrar o Classe A Concept.




Apresentada no Salão de Frankfurt em 2011, a SLK 55 AMG chega ao mercado no primeiro semestre deste ano pelo preço de US$ 239.900, já com o repasse do aumento da alíquota do IPI para importados. 






O novo conversível é o mais potente SLK já fabricado pela Mercedes. Com motor 5.5 V8 aspirado, o roadster entrega 421 cv de potência e 54 mkgf de torque. Segundo a marca, a aceleração de 0 a 100 km/h se dá em 4,6 segundos e o carro atinge 250 km/h, limitado eletronicamente. As emissões são de 195 g/km.






Entre os itens de série, a SLK 55 AMG conta com transmissão automática AMG Speedshift Plus 7G-Tronic, que oferece três diferentes opções (esportiva, manual e de eficiência controlada), tecnologia start-stop, suspensão esportiva, controle de estabilidade, sistema de frenagem seletiva, rodas aro 18, duas saídas de escape duplas e cromadas e spoiler traseiro.  







NOVO! BMW M3 Frozer


Gire a chave, deixe o escandaloso ronco de barítono desse V8 4.0 aspirado de 414 cv chamar a atenção da vizinhança inteira e sinta a adrenalina disparar pelas veias. Aproveite bastante, pois só existem no mundo 20 carros dessa edição limitada - e quarto unidades estão no Brasil, duas pretas e duas cinza, sempre em tom fosco.



A diferença em relação ao M3 normal, no entanto, vai além da pintura exclusiva e das rodas pretas aro 19. O destaque é o Competition Package, conjunto mecânico que traz discos de freio maiores, suspensão mais rígida e rebaixada em 1 cm e controle de estabilidade revisado para propiciar mais emoção.



A lista empolgou? Espere para ver o cupê em ação. Basta pressionar o acelerador para ouvir os pneus traseiros 265/35 gemendo no asfalto - mesmo com o controle de tração ligado. É quando começa a diversão: o motor sobe logo de giro, agora num ronco mais agudo, e você precisa tomar cuidado para o ponteiro não romper o limite de 8 300 rpm. Se você estiver com o pé pesado, cada troca de marcha (e elas são muito rápidas!) responde com um coice no encosto do banco esportivo de couro. Mérito de um câmbio automatizado de sete marchas e dupla embreagem, que é tão veloz a ponto de baixar o 0 a 100 km/h do M3 comum de 4,7 para 4,5 segundos, de acordo com a fábrica. A máxima continua limitada em 250 km/h.



Para desfrutar melhor o sabor desse Frozen, não basta ser bom de braço. Tem de gostar de brincar com a eletrônica. Mais precisamente com o M Drive, um parque de diversões digital que permite ao piloto amador escolher diferentes ajustes para apimentar ainda mais o temperamento do cupê. Pelo botão giratório no console, você altera momento da troca de marcha, rigidez dos amortecedores, atuação do ESP, sensibilidade do acelerador, resposta da direção e até a shift-light (luz que indica o momento ideal de troca de marcha). Essa máquina é tão fissurada em performance que faz até punta-tacco e muda o limite do conta- giros - conforme a temperatura do óleo aumenta, a faixa vermelha se mexe para subir o regime máximo de giro. Claro que tudo isso tem um custo: 443 000 reais, exatos 93 000 reais a mais do que um M3 tradicional. Haja emoção.





Para Driblar a Crise, Fabricas de Iate Serão Montadas no Brasil


Marcas da Itália, França e EUA devem chegar no primeiro semestre; para estaleiros nacionais, serão só "linhas de montagem" e competição será desigual.

O grupo Brunswick é provavelmente o maior fabricante de barcos de lazer do mundo. Sediado no Tennessee (EUA), é dono de marcas como Bayliner e SeaRay, que venderam mais de R$ 1,75 bilhão no ano passado. Tem fábricas nos EUA, no México e na Polônia – e, segundo Paul Brookshire, diretor da empresa na América Latina, em julho começará a produzir iates em Joinville, Santa Catarina. Quando perguntado sobre a atual importância do mercado brasileiro para o grupo, ele não precisa pensar muito para responder: “é o mais importante”, diz.


O grupo americano não chegará sozinho. Mais de cinco séculos depois das caravelas portuguesas descobrirem o Brasil, modernos e luxuosos barcos vindos dos EUA, Itália e França estão prestes a desembarcar na costa brasileira, de olho numa exuberante espécie nativa: os novos executivos endinheirados. “Antes, iate era um luxo para donos de empresas, agora diretores e outros funcionários de alto escalão passaram a comprar muitos barcos”, diz Marcio Christiansen, dono do estaleiro Ferretti Group Brasil, um dos maiores do país.
Como resultado disso, enquanto nos EUA e na Europa as vendas quase pararam após a crise econômica, aqui elas crescem em média 10% ao ano e superaram R$ 1 bilhão em 2010. “Hoje, o Brasil é o mercado que tem o maior potencial de crescimento no mundo”, afirma Brookshire. O executivo diz que a Brunswick vai investir pelo menos R$ 25 milhões na fábrica catarinense, onde serão feitos iates de 16 a 35 pés – um modelo de 31 pés, considerado um campeão de vendas, custa entre R$ 400 e R$ 700 mil, dependendo dos itens e acessórios.
Há seis meses, a francesa Beneteau começou a construir uma fábrica em Angra dos Reis (RJ). Os responsáveis dizem que fica pronta em abril. Além da matriz, a empresa tem filiais na Itália, nos EUA e também na Polônia – o país é uma porta de entrada barata para o mercado da zona do Euro. “A fábrica carioca será igual à planta mais moderna da Beneteau, em Saint-Gilles. Tem até o mesmo projeto”, diz Thiago Soares, filho de Marcos Soares, um dos sócios do negócio.
Outra empresa tradicional no segmento, a italiana Sessa afirma que também está montando uma fábrica em Santa Catarina, na cidade de São José. A empresa já produz, através de estaleiros parceiros no estado, barcos "made in Brazil" de 36 a 40 pés. A Sessa Marine Brasil vendeu cerca de 20 modelos no ano passado – o mais barato, de 36 pés, custa entre R$ 930 mil e R$ 1 milhão.
Mas a nova classe abastada não é o único motivo para os estaleiros virem para o Brasil assim, todos ao mesmo tempo. No final do ano passado, o imposto de importação para barcos saltou de 20% para 35%. A exemplo da mudança de IPI para os carros importados, o governo se mostrou sensível ao clamor protecionista dos fabricantes brasileiros de barcos e alterou a alíquota. “O novo imposto é muito alto, esse, com certeza, é um motivo pelo qual estamos montando a fábrica”, diz Soares, da Beneteau.


Fazer um barco de qualidade é mais barato fora do Brasil. Nos EUA e na Europa existe mais mão-de-obra capacitada, esquemas industriais de produção, fornecedores em abundância e capital a juros menor. O imposto serviria para equilibrar o jogo. Mas, com fábricas no país, esses estaleiros estrangeiros não pagarão mais essa taxa de importação – e o mercado teme que alguns produtores nacionais não aguentem a concorrência e sejam "peneirados" no processo.
"Existe esse risco, claro. A pizza é uma só; se antes era dividida em oito pedaços e agora será dividida em 16, a fatia de todo mundo fica menor", diz Eduardo Colunna, presidente da Associação Brasileira dos Construtores de Barcos (Acobar). "E fazer barcos é muito caro, exige capital de giro alto", explica.
"Todo mundo está sendo afetado. Parte do mercado será peneirada, mesmo", acredita Paulo Thadeu, vice-presidente da Real, uma importante fábrica carioca, que tem 27 anos de mercado, 350 funcionários e vende cerca de 20 barcos por mês. "O problema é que muitas dessas fábricas anunciadas não serão fábricas, e sim linhas de montagem. Elas vão continuar comprado as partes do barco lá fora, vão empregar poucos brasileiros e venderão iates sem imposto aqui", diz.
Outros fabricantes nacionais dizem o mesmo. "É papo furado, eles vão só montar os barcos aqui, para aproveitar uma bolha. Depois, assim como vieram, podem ir embora e deixar os clientes literalmente a ver navios", diz Hemerson Diniz, gerente de marketing da Schaefer, talvez o mais tradicional estaleiro nascido no país, com 20 anos de história e vendas de cerca de R$ 190 milhões em 2011. "Quem está investindo no Brasil são os próprios estaleiros brasileiros. Como os estrangeiros estariam investindo aqui se estão quebrados lá fora?"
Diniz se refere a uma recente onda de boatos sobre grupos estrangeiros que estariam com dificuldades para honrar os vencimentos. Pelo menos um deles, o grupo Ferretti, precisou ser comprado por chineses para seguir navegando, após se ver numa tempestadade de dívidas que passavam de 600 milhões de euros. "Se eles venderem barcos aqui se aproveitando das condições de fora, muitos fabricantes pequenos podem ficar para trás e não conseguir competir", diz.
No outro lado da trincheira, os estrangeiros negam as afirmações. O diretor da Brunswick alega que as principais partes serão feitas aqui, como os cascos. "Vamos importar apenas kits de acabamento", diz. Na Beneteau, Soares também afirma que a fábrica produzirá os barcos aqui e diz que a fábrica de Angra ficará pronta logo, sim – isso porque alguns concorrentes falam que eles já anunciam esse investimento há dois anos. "Estamos planejando a ação há algum tempo, mas, se você passar no local [a Marina Verolme], já vai ver os galpões subindo", diz.
"As duas partes têm certa razão", diz Colunna, da Acobar. Para ele, ainda não dá para saber até que ponto as fábricas serão fábricas de fato, ou linhas de montagem. "Só indo lá quando estiverem prontas para descobrir", afirma.
Outras perguntas também precisam ser respondidas. “Precisa ver se eles vão conseguir fazer barcos aqui com a mesma qualidade que fazem lá fora, o que é difícil e algumas marcas que vieram não conseguiram", diz Paulo Kinoshita, revendedor da All Flags, uma multimarcas do setor náutico. E o preço, será menor? Alguns empresários dizem que sim, outros devem manter o atual. "Nosso preço deverá ser o mesmo de hoje, mesmo quando fabricarmos aqui", diz Paul Brookshire, da Bayliner. Perguntado se terá, então, um lucro maior, ele afirma que terá "menos perdas".
Logo o consumidor nacional irá tirar as dúvidas. Colunna lembra que, se for feita em condições de igualdade, a competição é boa e bem-vinda. "Se for para concorrer tendo os mesmos encargos e custos que temos, a gente prefere que eles venham. A indústria nacional tem condições de competir, mas muita gente vai ter de fazer a lição de casa", diz.


Eis o 500L, o Substituto do Idea


Todo mundo sabe que o Fiat Idea está (muito) defasado na Europa. Enquanto no Brasil ele passou pelo bisturi em 2010, por lá ele ainda é vendido com a mesma cara apresentada mundialmente em 2003.

Mas as coisas estão prestes a mudar, pois a montadora italiana substituirá o modelo até o final deste ano, e pode parecer brincadeira, mas quem entrará no lugar do atual representante da marca nesse segmento será um 500 “anabolizado”. Chamado de 500L, o carro acaba de ter as primeiras imagens e informações reveladas de forma oficial pela própria Fiat.
Para poder virar um carro familiar e substituir o Idea – hoje no segmento B naquele mercado – o carro recebeu uma plataforma alongada do subcompacto, tanto que o sobrenome "L" significa “large” ou grande em português.
Segundo a marca, suas medidas são 4,14 metros de comprimento, 1,78 m de largura e 1,66 de altura. Em comparação a atual minivan, ele é 19 cm mais comprido e 9 cm mais largo, o que pode refletir (e muito) no espaço interno, mas é 4 cm mais baixo.

Seu design mistura o presente e o passado com linhas atuais e a nova identidade da Fiat (grande abertura no para-choque dianteiro semelhante aos vistos nos novos UnoPalioPanda e Punto Evo) com detalhes inspirados no antigo 600 Multipla (lanternas traseiras e faróis).
A gama de motores do modelo será composta por dois blocos a gasolina – 0.9 bicilindro TwinAir e 1.4 – e um a diesel – o 1.3 MultiJet de segunda geração.
O novo membro da família 500 será fabricado na Sérvia, de onde deve abastecer o mercado europeu. De início, a Fiat vai oferecer a minivan apenas na versão de cinco lugares, mas há informações de que uma versão para sete passageiros deve chegar ao mercado para substituir o Múltipla, outro modelo que não apresenta novidades há algum tempo.
As vendas do 500L devem começar apenas no final deste ano, mas sua apresentação oficial vai acontecer já em março próximo, no Salão de Genebra.