quarta-feira, 28 de março de 2012
terça-feira, 27 de março de 2012
Cão Que Sumiu há 4 Anos nos EUA é Achado no Canadá
Um cachorro que sumiu há quatro anos da casa de uma família no estado do Arkansas, nos EUA, foi encontrado em Calgary, no Canadá, na semana passada. O animal foi achado vagando em um parque da cidade canadense, segundo a emissora de TV "CBC".
Depois de o cão ser levado para um abrigo de animais, os veterinários descobriram que ele tinha um microchip de identificação. Com base nas informações, eles localizaram os proprietários do animal.
Até agora, no entanto, os funcionários não sabem como o cão foi parar a cerca de 3 mil quilômetros de sua casa. O cão seria enviado nesta terça-feira para seus donos nos EUA.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Aparições
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Mais Um Poema Para Vocês
Pelo menos uma vez
Menina, não diga nada agora!
Qualquer coisa que possa dizer
vai estragar a mágica deste momento...
Deixe seus temores de lado
Meu coração está batendo,
descompassado,
por você...
Neste momento,
a única coisa que desejo
é sentir teus lábios colados ao meus!
Quero matar esta sede que sinto
por você
Uma sede que nunca acaba,
Aumenta quando você está ausente...
Esta boca cheia de feitiço e malícia
Me faz sentir menino novamente.
Vem menina, vem sentar no meu colo,
Vem sentir minhas mãos
acariciando seus cabelos,
Vem me provocar do jeito que
só você sabe,
Vem me envenenar com teu dengo...
Quero sonhar acordado,
olhando para teus olhos...
Quero viver meus melhores
momentos ao teu lado...
Pelo menos uma vez, menina,
não diga nada!
Me beije e me ame
somente...
Uma Delícia Para os Leitores
Chocolate na Caneca
ingredientes
- 250 ml de leite
- 100 g de leite condensado
- 1 ovo
- 100 g de chocolate meio amargo derretido
- ¼ xícara (chá) de açúcar
- 1 colher (café) de amido de milho
- ½ xícara (chá) de açúcar misturado com 1 colher (sopa) de chocolate em pó
- 50 g de chocolate picado
- 1 pão francês cortado em fatias finas + 1 pão francês picadinho
modo de preparo
1°- Num liquidificador, coloque 250 ml de leite, 100 g de leite condensado, 1 ovo, 100 g de chocolate meio amargo derretido (se preferir, use chocolate amargo), ¼ xícara (chá) de açúcar e 1 colher (café) de amido de milho e bata bem até formar uma mistura homogênea. Reserve.
2°- Em 4 xícaras de café untadas com manteiga, coloque uma porção de açúcar misturado com chocolate em pó, 2 fatias de pão francês, 1 porção de chocolate meio amargo picado (pode ser chocolate crocante também) e uma porção de pão francês picadinho e regue com a mistura do liquidificador (reservada acima), deixando 1 cm de borda. Leve ao forno médio pré-aquecido a 180°C por +/- 30 minutos ou até que o creme esteja firme. Retire do forno e sirva em seguida.
DICA
Se quiser, pode colocar uma colher de sorvete de creme sobre a mistura, e ainda fazer um caldo de chocolate com creme de leite e regar alguns fios da mistura por cima do sorvete. “Simples e uma delícia”,
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
NEW Toyota Canry
A Toyota revelou nos Estados Unidos, a primeira renovação do sedã Camry em cinco anos. Enquanto a montadora japonesa promete novas tecnologias e outras atualizações, o carro líder do segmento nos Estados Unidos enfrenta uma luta para permanecer no topo. Atualmente, quem ganha espaço no segmento é a sul-coreana Hyundai.
O novo Camry é oferecido em dois motores, um 2.5 de 178 cavalos de potência e outro 3.5 V6 de 268 cv. Já a versão híbrida, o Camry Hybrid, que utiliza o conjunto de um motor elétrico com um a combustão 2.5, tem 200 cavalos de potência e promete consumo médio de 18,28 km/l.
Para atacar o mercado com o modelo 2012, a fabricante japonesa não economizou recursos. O carro chega às lojas norte-americanas em outubro, com preços menores do que a versão anterior. A versão de entrada, por exemplo, a LE está US$ 200 mais barata e sai agora por US$ 20 mil. Já a versão SE custa US$ 23 mil, cerca de US$ 1.000 mais barato do que o modelo 2011. A versão topo de linha XLE tem preço sugerido em US$ 24.725, US$ 2 mil mais em conta.
O Camry Hybrid também ganhou reposicionamento de preço, US$ 1.500 mais barato, ele sai por US$ 25,5 mil.
Outra ação ofensiva para atrair a atenção do público será a apresentação do carro no intervalo do Super Ball, a final do campeonato de futebol americano, transmissão que, nos Estados Unidos, é recordista de audiência. Além disso, o Camry será o carro-madrinha (pace car) na Daytona 500, a principal prova do campeonato de automobilismo Nascar. O evento acontece em Daytona Beach, na Flórida.
Concorrentes de peso
A montadora lançou o sedã em eventos simultâneos na Califórnia, Michigan e na fábrica de Georgetown, em Kentucky, onde o modelo é feito. O Camry vai levar um sistema de entretenimento chamado Entune, que permite que os motoristas se conectem a aplicativos móveis, como o Pandora.
Analistas dizem que a competição de rivais nunca foi tão forte. O Hyundai Sonata foi elogiado por seu estilo afiado, economia de combustível e preço - começa em US$ 500 menos do que o Camry 2011 - enquanto a General Motors em breve lançará um redesenhado Chevrolet Malibu. Nissan Altima, Ford Fusion e Honda Accord também estão se fechando sobre o Camry.
Até julho do ano passado, a Toyota vendeu 174.485 unidades do Camry, volume 8% menor do que o mesmo período em 2010. Isso ainda representa 20 mil a mais do que seu mais próximo rival, o Nissan Altima, mesmo com escassez de oferta causados pelo terremoto no Japão.
A Toyota introduziu o Camry nos Estados Unidos em 1983 para competir com o Honda Accord. Ele rapidamente emplacou no mercado por causa de sua reputação de confiabilidade e de baixo consumo de combustível. O Camry superou o Ford Taurus em 1997. Foi o carro mais vendido nos Estados Unidos desde então, exceto para 2001, quando foi ultrapassado pelo Honda Accord.
Mesmo sob polêmica do recall de centenas de unidades que apresentaram problemas nos pedais do acelerador, que prendiam no tapete do carro, O Camry se manteve na liderança. Mas as vendas do modelo caíram 8% naquele ano (2010), enquanto as vendas do Hyundai Sonata subiram 64%.
Novo Jaguar XKR-S
Para atacar as vendas do Audi R8 e Porsche 911, a Jaguar desenvolveu a versão esportiva (S) do XKR. De acordo com a fabricante, a novidade acelera de 0 a 100 km/h em apenas 4,2 segundos e quebra a barreira dos 300 km/h e pode chegar a 318 km/h com o pacote de desempenho.
A força vem do motor V8 supercharged 5.0 litros que, graças as novas calibrações, gera agora 550 cavalos de potência, antes os 510 cv da versão “comum” . O sistema Adaptive Dynamics também foi reprogramado para oferecer uma experiência mais agressiva, assim como o novo som do escapamento.
Visualmente, a versão mais apimentada é diferenciada ainda pelo novo “nariz”, spoiler e difusor traseiro. Outros detalhes e especificações técnicas serão divulgadas durante a apresentação oficial do modelo, no Salão de Genebra, em março.
Lançamento do Automobilismo Para 2012 Pt.4 CITROËN
Citroën:
C3:
C3:
É bem incomum a estratégia da Citroën para a família C3, pelo menos no Brasil. O normal é o hatch ser lançado e depois começarem a surgir seus derivados. Aqui, a nova plataforma estreou com o aventureiro AirCross, seguiu com a minivan C3 Picasso, que acaba de chegar às lojas, e fechará o ciclo com o novo C3. Ele começa a ser produzido em Porto Real (RJ) no ano que vem. Por isso, fomos até a França avaliar a novidade. E acabamos rodando quase mil quilômetros com a versão 1.4 8V, de 75 cv.
Antes de mostrar em que o C3 evoluiu, vale ressaltar que o modelo produzido no Brasil terá algumas diferenças em relação ao que é vendido hoje na Europa. Mas voltaremos a esse tema mais adiante. Começando pelo visual, ele ficou mais arrojado que o atual. A impressão é que a marca pretende atrair mais compradores do público masculino, sem perder a preferência que a primeira geração tem entre as mulheres. Por isso as formas ficaram menos arredondadas. A grade bocuda invade o para-choque e tenta dar ao hatch uma “fama de mau”. Os faróis ficaram mais amplos, com a parte superior avançando sobre o capô. Não há mais tomada de ar entre os faróis; só lataria e o emblema dos dois chevrons.
Lateralmente, a evolução é ainda mais sensível. Para começar, o hatch ficou 9 cm mais longo, o que permitiu aos projetistas reduzir o efeito de arco que existia no teto do modelo anterior. Com isso, o para-brisa do novo não é tão abaulado, evitando algumas leves distorções de visão que se verificam no C3 ainda produzido no Brasil. As portas traseiras estão visivelmente maiores, facilitando a entrada e saída dos passageiros. Um vinco estreito percorre a linha das maçanetas, enquanto outro, mais largo, enfeita a parte inferior das quatro portas.
Mas é olhando de trás que o carro fica irreconhecível para quem se acostumou com a geração anterior. As lanternas triangulares e altas deram lugar a formas retangulares, com um prolongamento superior que invade a tampa do porta-malas. E a placa desceu da tampa para o para-choque, deixando o visual mais limpo e moderno. Falando em porta-malas, ele ficou um pouco menor – levava 305 litros, agora leva 300 l. Ainda é um dos melhores do segmento, mas tem a boca muito alta. Como minha mala era bem pesada, exigiu um esforço extra para chegar até a base da tampa. E, depois, outro para acomodar no piso, que é fundo – outra opção é largar e torcer para não quebrar nada.
No conjunto, o novo C3 está mais bonito e deverá dar um fôlego ao modelo que foi lançado aqui em 2003 e teve um levíssimo facelift em 2008. Rodando, não se notam tantas evoluções assim. O mais nítido é a melhoria na estabilidade, muito em função do alargamento do carro em quase 7 cm, além do maior comprimento. Com isso, a estabilidade melhorou, mesmo que a altura não tenha mudado. Nas curvas à beira do rio Loire (região com infindáveis castelos ao sul de Paris), o carro transmitiu segurança, mesmo em velocidades mais altas. E a direção elétrica é precisa, além de muito leve em manobras de estacionamento.
O motor da unidade alugada era o 1.4 8V de 75 cv, mais fraco que o 1.4 flex brasileiro, de 82 cv. Em compensação, com o uso de materiais mais modernos, o novo C3 ficou 60 kg mais leve. Com a boa gasolina francesa, o carro responde bem na cidade e oferece agilidade quando solicitado. Mas, na estrada, o motor trabalha a um giro muito elevado e não passa confiança para ultrapassagens em pistas de mão dupla. Além disso, sofre um pouco em subidas. Seria pior se o ar estivesse ligado – não foi necessário, pois estava em pleno inverno europeu.
Além desse motor, o novo C3 tem na Europa opções 1.1 de 60 cv, 1.4 16V de 95 cv e 1.6 16V de 120 cv, sem falar nas versões a diesel. No Brasil, ele terá os mesmos 1.4 Flex e 1.6 16V Flex (113 cv) do atual, provavelmente com alguns aperfeiçoamentos.
O modelo brasileiro, conhecido internamente como Ai51, também terá mudanças no desenho dianteiro, segundo fornecedores de peças: a grade será igual à do AirCross, com os contornos cromados se juntando para formar o logotipo da marca. Já o para-choque será semelhante ao da versão esportiva DS3, com apenas uma mudança: a posição das DRL (Day Running Lights). Sim, o C3 vai chegar aqui com essa tecnologia, que mantém luzes da frente (mais fracas que os faróis baixos) acesas enquanto o carro estiver ligado. Esse item será obrigatório na Europa a partir do ano que vem, e a Citroën vai oferecê-lo também no Mercosul.
O interior pouco evoluiu em termos de espaço, apesar de o carro ter crescido. A área lateral melhorou, mas pessoas altas ainda sofrem um pouco nos bancos traseiros com a falta de espaço para as pernas. O painel ficou bem melhor, abandonando o confuso modelo atual, em que tudo se concentra num único visor. Agora são três instrumentos circulares atrás do volante: os dois da esquerda analógicos (conta-giros e velocímetro) e o da direita digital, com funções de computador de bordo. O volante é idêntico ao usado hoje no AirCross, de ótima empunhadura e com regulagem de altura e profundidade. Aliás, o painel frontal no modelo nacional deverá ser igual ao do modelo aventureiro, com exceção do aparato off-road, obviamente. Economia de custos em escala de produção é fundamental para que o preço do C3 não suba.
A versão básica avaliada contava com um dispositivo para aromatizar o ambiente com fragrâncias, altamente dispensável. Mas não tinha entrada USB, a exemplo do atual C3 brasileiro – uma falha enorme nesses tempos “conectados”. Ao menos os botões dos vidros elétricos migraram do console para as portas. Os comandos do ar-condicionado têm boa ergonomia. Os do sistema de som são pequenos e ficam numa posição muito baixa, o que é amenizado por algumas funções realizadas por botões atrás do volante.
A alavanca que regula a inclinação dos assentos dianteiros é mal localizada, perto da porta e de difícil regulagem (não é giratória). O porta-luvas ficou muito maior (leva 13 l e pode ser refrigerado), e sua tampa fica bem recuada, permitindo bom espaço para os joelhos do passageiro.
O nível de equipamentos é bom para a categoria. Ele vem de série com airbags frontais e laterais, ABS, ar digital, regulagem de altura do banco do motorista, etc. E a cada versão vai agregando mais itens, como kit multimídia, controlador de velocidade, faróis de neblina, controle de estabilidade e (a grande atração do modelo!) o enorme teto panorâmico, que infelizmente não deverá ser oferecido no C3 brasileiro. Se vale a pena esperar pela chegada do novo? Sem dúvida. Com quase uma década de estrada, o C3 atual implora por novidades. Não por acaso, a Citroën mantém suas vendas em alta à custa de incontáveis séries especiais.
DS3:
O Novo Citroën DS3 já está sendo mostrado no Brasil, ou melhor, já fez sua Avant Première no São Paulo Fashion Week, evento de moda que aconteceu entre os dias 19 e 24 de janeiro no Prédio da Bienal, no Parque do Ibirapuera em São Paulo.
O Citroën DS3 é oferecido em versão única, a DS3 1.6 Turbo Sport Chic. Este propulsor 1.6, além do turbo, também conta com sistema de injeção direta de combustível e entrega 156 cavalos de potência. Em conjunto trabalha o câmbio manual de seis marchas.
O velocidade máxima do DS3 é de 214 km/h.Como é de se esperar num carro desses, a lista de itens de série é farta. Entre os principais itens estão freios ABS/REF/AFU, airbags frontais e laterais dianteiros, faróis com LEDs para rodagem diurna, ar condicionado automático, controle de velocidade cruzeiro, acendimento automático dos faróis, sistema de som com MP3 e Bluetooh, bancos em couro entre outros itens.
As rodas na cor branca, trazem o emblema da marca sempre acompanhando a cor da carroceria.
Lançamentos do Automobilismo Para 2012 Pt.3 CHEVROLET
Chevrolet:
S10:
S10:
Em fevereiro, a GM chega no mercado com o modelo da nova S10 2012, totalmente renovada. Reação, força e dinâmica é o conceito de modernidade da nova S10. O objetivo da Chevrolet foi torna-la mais semelhante possível de um sedã para conquistar os novos consumidores de picapes: mais exigentes em segurança, conforto e utilidades. Porém, atendendo essas novas exigências a nova S10 chega no mercado com o preço mais elevado em relação aos antigos modelos que custavam cerca de R$ 51.000,00 na versão simples e R$61.500,00 cabine dupla
A nova S10 será grande avanço em relação ao atual modelo. Baseada no conceito Colorado, a picape tem exterior e interior totalmente renovados.
Entre algumas inovações, o modelo 2012 sai com faróis menores dando aparência maior a frente em relação a antecessora. Percebe-se também que o interior da cabine foi totalmente renovado, além da nova carroceria que se adéqua melhor a nova picape que saiu com rodas de liga leve e pneus aro 18. Quanto ao motor, as informações é de que será disponibilizado o modelo 2.4 Flexpower e o outro, 2.8 Turbo Diesel Eletronic. Em suma, a nova S10 carrega do modelo antigo, apenas o nome.
Sonic:
O vice-presidente da General Motors do Brasil, Marcos Munhoz, confirmou que a Chevrolet quer vender no mercado brasileiro o modelo Sonic, chamado de Aveo na Europa. No entanto, Munhoz afirma que a importação deste modelo para o Brasil esbarra na alíquota de 35% sobre o preço do carro, o que pode inviabilizar sua comercialização.
Se for comercializado por aqui, o hatch compacto premium ficará posicionado entre o Agile e o Cruze Hatch, que também está previsto para estrear no mercado brasileiro. Já a versão sedã ficaria acima do Cobalt. "O carro tem um amplo pacote de equipamentos de série."
Assim, o Sonic concorreria com Fit e City - ambos da Honda -, Volkswagen Polo e Ford New Fiesta. Ou seja, ele custaria ao redor de R$ 50 mil.
Lançamentos do Automobilismo Para 2012 Pt.2 BMW
BMW:
Série 1:
Série 1:
A BMW abriu o primeiro dia de imprensa do Salão de Frankfurt, com o lançamento da nova geração do Série 1. A novidade é o motor 1.6 turbo com potências que variam até 170 cavalos. Para a estreia, a montadora alemã optou por mostrar o modelo hatchback de cinco portas, mas a família inclui outro hatch, de três portas, um cupê cabriolet e a mais espaçosa versão Gran Turismo.
O carro usa a plataforma do Série 3 e, por isso, tem 85 mm a mais de comprimento do que a versão anterior, com 4,32 m. Já a distância entreeixos aumentou 30 mm para 2,69 m, enquanto que a largura total está 17 mm maior, com 1,76 m. A altura permanece a mesma, 1,42 m.
De acordo com o chairman do grupo, Dr. Norbert Reithofer, os modelos da linha terão duas versões especiais, Sport Line e Urban Line, que atendem à atual tendência de customização, muito valorizada na Europa.
Vincos proeminentes, grandes faróis e dianteira mais agressiva. No interior, o Série 1 vem com novo desenho do volante, materiais de maior qualidade e mais atenção aos detalhes, especialmente nas portas. Como opção, a empresa oferece o sistema iDrive, que inclui uma tela retrátil na parte superior do painel.
Motor menor e mais potente
O novo motor 1.6 turbo com injeção direta de combustível representa a nova tendência no mundo de luxo de carros menos poluentes. Na versão 116i, ele entrega 136 cavalos e 22,4 kgfm de torque, já a 118i tem 170 cavalos e 25,4 kgfm de torque. As opções a diesel estão concentradas no motor 2.0 de quatro cilindros, que pode entregar 116 cv (116d), 143 cv (118d) e 184 cv (120d).
A BMW anunciou que vai lançar também um 116d EfficientDynamics Edition, com motor 1.6 a diesel de 116 cv e mais tecnologias de economia de combustível para manter as emissões abaixo de 99 g / km.
O recém-lançado motor 2.0 turbo de quatro cilindros, com cerca de 240 cavalos, também entrará na linha, substituindo o 3.0 de 258 cv nas versões 128i e 130i.
A transmissão manual de seis marchas vem de série em todos os modelos. Já o câmbio automático de 8 velocidades será oferecido como opcional.
Serie 3:
O novo Série 3 foi lançado mundialmente e, segundo a BMW do Brasil, as versões 328i e 335i da sexta geração chegam ao país em maio de 2012 por preços a partir de R$ 198 mil e R$ 341 mil, respectivamente. O modelo 320i será entregue nas concessionárias brasileiras no segundo semestre do ano para completar a família.
O novo BMW Série 3 defini novos padrões de esportividade para o segmento. O sedã esportivo de luxo cresceu em comparação à geração anterior, com ampla distância entre rodas (37 mm a mais na frente e 47 mm atrás), comprimento do carro 93 mm maior e distância entre-eixos 50 mm maior, o que garante mais conforto aos passageiros traseiros.
A família BMW Série 3 também ganhou três versões de acabamento e equipamentos – a Linha Esportiva, a Linha de Luxo e a Linha Moderna, cada uma apresentando sua própria visão individual do sedã esportivo.
Os motores de 6 e 4 cilindros à gasolina contam com nova tecnologia BMW TwinPower Turbo garantindo uma experiência de condução dinâmica combinada com consumo e emissões reduzidos. Componentes da tecnologia BMW EfficientDynamics como a função Auto Start-Stop, Regeneração de Energia de Frenagem e a operação sob demanda dos componentes auxiliares (incluindo um compressor de ar condicionado desacoplável) também contribuem para reduzir o consumo de combustível.
Com motor 4 cilindros 2.0, o BMW 328i desenvolve potência de 248 vc e torque máximo de 35,6 kgfm a partir de 1.250 rpm, acelerando de 0 a 100 km/h em 5,9 segundos. Já o modelo 335i, tem motor a gasolina de seis cilindros em linha com BMW TwinPower Turbo e deslocamento de 3 litros desenvolve upotência máxima de 310 cv e torque máximo de 40,7 kgfm a apenas 1.200 rpm, garantindo que o novo BMW Série 3 supere o desempenho de seu predecessor e ao mesmo tempo reduza o consumo de combustível e as emissões. O carro acelera de 0 a 100 km/h em 5,6 segundos.
M5:
As fotos de divulgação do novo BMW M5 já vazaram na internet. O carro foi totalmente renovado e é baseado na última geração do Série 5, a F10. A versão conceito do modelo havia sido apresentada no Salão de Xangai.
O novo M5 é equipado com motor 4.4 V8 bi-turbo — a versão anterior tinha um V10. O propulsor desenvolve 567 cavalos de potência entre 6.000 rpm e 7.000 rpm e 69,3 kgfm de torque máximo, disponível já a 1.500 rpm. Com isso, o esportivo vai de 0 a 100 km/h em 4,4 segundos e de 0 a 200 km/h em 13 segundos. A velocidade máxima é de 250 km/h (limitada eletronicamente), mas pode chegar a 305 km/h com o pacote M.
De acordo com a BMW, o novo motor tem desempenho melhor, mas polui menos. O consumo de combustível e os níveis de emissões foram reduzidos em 25% na comparação com o motor que equipa a quarta geração do modelo, segundo a montadora. O novo M5 faz 10,1 km/l e o nível de emissões é de 232 g/km, segundo a marca alemã.
O novo M5 traz transmissão automatizada de sete velocidades de dupla embreagem com Drivelogic M, que foi especialmente ajustado às características do novo motor V8. O M5 também recebe o sistema start/stop.
O carro ganhará o novo Active M, sistema diferencial que otimiza a estabilidade do veículo por meio da variação específica de bloqueio de torque entre as rodas direita e esquerda.
No visual, o carro ganhou entradas de ar maiores no pára-choque dianteiro, aberturas laterais, rodas de 20 polegadas e escapamentos duplos em cada extremidade traseira. Os designers da BMW optaram por traços mais discretos, mas exploraram as lanternas em LED. Nada sobre o interior do carro foi revelado.
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